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Leão Zagury

Presidente da Academia de Medicina do Rio de Janeiro

Inicio meu contato com os frequentadores do nossos site agradecendo publicamente aos acadêmicos que me elegeram para liderar a diretoria para o biênio de 2015/16. Será uma honra e um prazer exercer o cargo.

Lembro que a AMRJ criada há 17 anos representa o esforço de um grupo de médicos cariocas para abrir um novo espaço nessa maravilhosa cidade que oferece um cenário grandioso para a vida e que vai gradualmente reassumindo a liderança como caixa de ressonância das ideias e da cultura do nosso país.

Meu objetivo como presidente será congregar, cada vez mais os acadêmicos, cultivar saberes e tornar publico nossas realizações.

Assumo perante todos o firme propósito de, como presidente, fortalecer a HARMONIA que caracteriza nossa entidade e TRABALHO que alie competência e paixão.

Estamos no momento de CONSTRUIR e INCLUIR.

Nesta casa jamais admitiremos que os pobres temam os ricos ou que os ricos temam os pobres. Para os médicos o que deve importar não é se as pessoas são brancas ou marrons, se são ricas ou pobres, se usam uniformes ou terno. Aos médicos só deve interessar os seres humanos e suas maiores virtudes devem ser a paciência, a tolerância e a humildade.

A melhor maneira de cultivar saberes é convivendo. Conversando é que se aprende e aprendendo é que se ensina e se esclarece. Estudando juntos e que se fazem amigos.

Hipócrates há mais de 1000 anos nos alertava que, ”a vida é curta, mas a arte é longa e para dominar a arte e acrescentar ao patrimônio humano alguma coisa, é necessário antes de tudo que a brevidade da vida se multiplique no trabalho, se enriqueça no amor, se ilumine no ideal e se retempere na luta”.

E a história mostra que as conquistas da medicina e da humanidade são conseguidas através de ideias, trabalho, amor, luta ideal e sacrifícios.

Albert Einstein dizia que “o único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”.

Entendo que esta Academia deve ser e um centro gerador de ideias e de contribuição para a medicina da nossa cidade. Aqui devemos reformular velhos conceitos, impedir que a ética seja esquecida e que a cada dia reafirmemos as responsabilidades sociais.Lutaremos para que o humanismo impregne a medicina, os médicos e a relação médico-paciente. É momento combater o mercantilismo.

Além do saber medico científico creio que devemos fazer incursões à cultura, porque sem ela nunca seremos bons médicos e bons seres humanos.

Nas palavras de Jose Letamendi “quem só medicina sabe nem medicina sabe”.

A idade avançada não deve nos impedir de continuar sintonizados com o mundo, discutindo ideias novas, muito pelo contrario, nossa experiência e vivencia, sem dúvida, vai acrescentar e ampliar as novas ideias e descobertas.

Saúde para todos.